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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Você adia responsabilidades?


Todos nós, algum dia, já deixamos a execução de alguma atividade ou resolução de um conflito para depois. Essa prática, quando se torna um hábito, trás consigo sintomas como estresse, sensação de culpa e perda de produtividade. Mas enfim: por que então protelamos as responsabilidades?

Para entender a razão de adiarmos decisões e atitudes importantes, é necessário conhecer os dois tipos mais comuns de procrastinadores. Confira:


Relaxado

• Enxerga as responsabilidades negativamente e tende a direcionar a energia que deveria dedicar ao trabalho a outras atividades que considera mais interessantes.

• Nega a realidade da forma como ela se apresenta e evita enfrentar situações difíceis que lhe cobrem uma tomada de decisão.

• Tem dificuldade em lidar com prazos e só rende sob pressão. Por esse motivo, considera-se perseguido no ambiente profissional e acredita que nunca lhe são dadas chances de crescimento profissional.

Tenso/nervoso


• Sente-se dominado pela pressão e acredita não ter tempo suficiente para todas as atividades que se propõe a fazer.

• Sentindo que falta habilidade ou disposição para terminar o trabalho, justifica possíveis problemas de rendimento dizendo que está estressado e ‘precisa descansar’.

• Prefere terminar no dia seguinte as tarefas começadas.

• Conforme os prazos chegam e o tempo se esgota, fica cada vez mais ansioso e irritado, crente de que lhe atribuíram responsabilidades demais.

Se pensamentos ou atitudes como essas passarem a ocupar suas horas de trabalho, fique atento. Esse comportamento pode virar um hábito e dar início a um ciclo de fracassos e atraso profissional.

Quando tiver sentimentos como os citados acima, pare e reveja a situação sob outra ótica. Lembre-se de que, muitas vezes, basta ter uma boa administração do tempo e controle sobre as atividades que precisa desempenhar.

A máxima “não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje", ainda parece ser a melhor, e mais eficiente, fórmula para o sucesso.

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