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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Lei em discussão na Austrália extingue logotipo das marcas de cigarro


O Parlamento da Austrália está discutindo uma lei que, se aprovada, extinguirá dos maços de cigarros o logotipo da marca do fabricante. As embalagens passariam a ter cores opacas, dando destaque a advertência de que o tabagismo faz mal à saúde.

Trata-se do primeiro projeto de lei no mundo que propõe o banimento de marcas de cigarro na embalagem. Países como Nova Zelândia, Canadá e Reino Unido poderão seguir o exemplo.

A aprovação da nova lei é praticamente certa, tanto que a Philip Morris já pede via judicial uma compensação para o prejuízo que estima que terá.

Nicola Roxon, ministra da Saúde, defende a lei com o argumento de que até agora as medidas de intimidação à indústria do tabaco tiveram resultados abaixo da expectativa.

Ela disse que o objetivo do governo é reduzir o número de fumantes de 19% da população para 10% até 2018. Na Austrália, o tabagismo causa a morte de 15 mil pessoas por ano e dá o gasto de US$ 32 bilhões ao sistema de saúde pública.


Fonte: Paulo Lopes

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Você sabe o que é benchmarking?

Definindo e colocando para funcionar, segundo Christopher E. Bogan, autor do livro Benchmarking:

Aplicações Práticas e Melhoras Contínuas, benchmarking é “o método sistemático de procurar os melhores processos, as ideias inovadoras e os procedimentos de operação mais eficazes que conduzam a um desempenho superior". Ou seja, nada mais é do que analisar profissionais ou empresas da mesma área, ver o que eles fazem melhor do que você e adaptar à sua realidade, para se aprimorar.

Mas de nada adianta saber o que significa o processo se não souber como
aplicá-lo. Por isso, desenvolvemos um pequeno plano de ação com a ajuda de
diversos artigos de especialistas em carreira. Confira:

1) Decida o que você quer do benchmarking – Não adianta querer ser o que
você não é. Ou seja, não queira copiar alguém, mas algum determinado
comportamento. Por exemplo, você pode querer melhorar sua capacidade de
decisão e se inspirar em alguém que você acha que é bom nisso. Faça
escolhas.

2) Identifique as pessoas em quem vai se inspirar – Concentre seus esforços
em determinados profissionais e procure saber o que eles pensam, leem,
escrevem. Converse com eles, peça dicas, entenda como eles conseguem tantos
bons resultados.

3) Documente as melhores práticas encontradas – Não deixe que as boas dicas
se percam. Reúna as informações e dados coletados para poder partir para a
próxima etapa.

4) Compare – Mesmo que todos tenham ótimos resultados, alguns itens podem
fazer a diferença. Portanto, faça esse comparativo.

5) Estabeleça metas – Saiba o que você quer e projete níveis futuros de
desempenho. Assim, você segue uma rota previamente imaginada, e tem noção
de onde quer chegar.

6) Monitore os resultados – Acompanhe o andamento do seu desenvolvimento,
pois, assim, quando houver algo errado, você consegue consertar em tempo.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Para creche, crianças não são masculinas nem femininas




Em Estocolmo (Suécia), no distrito de Sodermalm, há uma creche, a Egalia, onde as crianças são tratadas de forma neutra quanto ao gênero. Ali, não existe o masculino nem o feminino. Ninguém chama ninguém de “menino” ou “menina” ou se refere a alguém como sendo “ele” ou “ela”. Lá, uma criança chama a outra de “vän”, que é palavra neutra que significa tanto “amigo” como “amiga”.

A creche tem 33 crianças na faixa de 1 a 6 anos. Ela foi aberta no ano passado com recursos públicos

“A Egalia dá às crianças a oportunidade fantástica de ser o que elas quiserem”, disse o professor Jenny Johnsson, 31, um dos responsáveis pelo estabelecimento.

Johnsson afirmou que a proposta pedagógica é quebrar o estereótipo de que as meninas tenham a obrigação de serem agradáveis e bonitas e os meninos, viris e ásperos. Na Egalia os brinquedos são de todos – não existem alguns que são só para meninos, como caminhãozinho, e outros para meninas, como boneca. Na biblioteca, não há histórias clássicas, como a da Branca de Neve e a Cinderela, que consagram o estereótipo feminino.

De acordo com a proposta da escolinha, inexiste lá a hierarquia invisível que confere ao que os meninos fazem mais importância em relação às atitudes das meninas.

Em tese, no entendimento do professor, as crianças, naquela faixa de idade, ainda não escolherem que papel vão exercer na sociedade, se “feminino” ou se “masculino”, de acordo com os padrões atuais, ou se nada disso. Façam a opção que fizerem, as crianças da Egalia são educadas para considerar como normais gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros.

A Suécia tem investido já há algum tempo em uma educação que dê ênfase à tolerância à diversidade sexual, mas alguns pais afirmam que a Egalia se excedeu, podendo, com isso, criar outros problemas.

Tanja Bergkvist, 37, por exemplo, disse que as crianças poderão ficar confusas quanto ao seu sexo, o que poderá se refletir em toda a sua vida. “Desde que haja plena igualdade entre os gêneros, não há nenhum problema em ser homem ou mulher”, disse.

O psicólogo de crianças Jay Belsky, da Universidade da Califórnia (EUA), teme que experimentações como essa “castrem a masculinidade”, impedindo o que os meninos gostam de fazer, como “transformar paus em espadas”.

No Brasil, o cartunista Laerte, da Folha de S.Paulo, com certeza dá total apoio à Egalia. Ele passou a usar vestido e se declara não ser homem nem mulher.


Com informação do site CBS News, entre outros sites.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Crescimento dos evangélicos preocupa Vaticano

Documento obtido pelo WikiLeaks e divulgados nesta quarta-feira mostram que, na época da visita do papa Bento 16 ao Brasil, em 2007, o Vaticano estava preocupado com o crescimento dos evangélicos no país e recebeu críticas do monsenhor brasileiro Stefano Migliorelli, que questionou sobre a falta de padres na América Latina.
O telegrama enviado a Washington em 6 de maio de 2007 relata conversas entre diversos membros do Vaticano e o ex-embaixador americano Francis Rooney, um empresário republicano do ramo de construção e um dos maiores doadores de campanha do ex-presidente americano George W Bush.
O diplomata Francis Rooney faz um comparativo entre a primeira viagem de João Paulo II ao Brasil em 1980, quando os católicos representavam 89% da população e o censo de 2000, quando o número de católicos era de 74%. “A cada ano, milhões de católicos latino-americanos deixam suas igrejas para se juntar a congregações evangélicas incentivados pelos pastores destes novos rebanhos”.
Ele diz ainda que, de acordo com uma análise, enquanto a Igreja Católica concentra-se em “salvar almas”, muitas igrejas evangélicas fazem o possível apenas para matar a sede latino-americana para o misticismo.
Sem revelar fontes, o documento diz que o Papa João Paulo II descreveu as atividades evangélicas como “sinistras” e que uma das principais tarefas de Bento XVI seria despertar a comunidade católica e encorajar a resistência ao que João Paulo II teria chamado de “caçada por seitas”.


Fonte: Igospel