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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Cristão convertido do islamismo é assassinado

Na segunda-feira, 18 de abril, dois extremistas muçulmanos assassinaram um integrante de uma comunidade cristã secreta como parte de uma campanha para eliminar o cristianismo do país.

Fontes locais disseram que dois militantes do grupo al Shabaab atiraram em Hassan Adawe Adan, de 21 anos, após entrar em sua casa às 19h30.

“Dois integrantes do al Shabaab arrastaram Hassan para fora da casa, e 10 minutos depois, dispararam diversos tiros contra ele. Ele morreu imediatamente.”

Então os militantes gritaram “Allahu Akbar” (Alá é grande) antes de fugir.

Hassan era solteiro e vivia com sua família muçulmana. Ele havia se convertido ao cristianismo há alguns meses. Os cristãos da área dizem que suspeitaram que alguém havia informado os militantes cristãos sobre sua conversão. Uma fonte diz que um parente que pertencia ao al Shabaab disse para a mãe do jovem que suspeitava que era cristão.

“Esse incidente está fazendo com que muitos cristãos vivam com medo, pois os militantes sempre perseguem as pessoas que professam a fé cristã.”

Há dois meses houve um grave conflito entre os militantes do al Shabaab e as forças do Governo Federal de Transição (TFG), em que o TFG conseguiu reaver algumas áreas controladas pelos rebeldes. Os insurgentes do al Shabaab controlam a maior parte da região sul e central da Somália.

Os insurgentes querem impor uma versão muito rígida da sharia (lei islâmica), mas o governo de Mogadishu está lutando para controlar as terras cristãs melhor do que os extremistas fazem. Enquanto descreve a si mesmo como moderado, o presidente Sheikh Sharif Sheik Ahmed apoia a versão da sharia que ordena a pena de morte para todos aqueles que deixarem o islamismo.

Fonte: Portas Abertas

sábado, 2 de abril de 2011

Cristão é enterrado vivo, sobrevive e agora testemunha o poder do Senhor

Na Nigéria no dia 17 de janeiro será uma vívida memória de Ali Moses, 46, durante muito tempo. O ataque quase fatal contra a vida de Ali se transformou em um testemunho poderoso, destinado a tocar muitas vidas. Naquela tarde, Ali estava indo para casa após um longo dia de trabalho. Ele havia recebido seu salário e, como nos seus outros dias de pagamento, Ali tinha planejado algo muito especial para sua família. Em seu caminho para casa, Ali ouviu tiros. O pânico fez com que ele voltasse para o seu local de trabalho o mais rápido possível. Mas, antes de chegar lá, ele se encontrou com um grupo de muçulmanos furiosos. Eles estavam declarando o nome de Alá em árabe, gritando frases profanas, insultando o governador cristão de Jos e pedindo o extermínio dos cristãos. Em segundos, Ali estava cercado pela multidão violenta. Ele levou muitos socos. Mais de 18 horas depois, Ali acordou em um hospital. Seu corpo estava debilitado e coberto de ferimentos. O representante da Portas Abertas, Isaac, foi visitar Ali no hospital logo depois do incidente, para levar encorajamento e ajuda e para saber sobre a agressão sofrida. Considerando o curso dos acontecimentos, parece que os agressores enterraram Ali vivo enquanto ele estava inconsciente. Ali se refere à pessoa que veio ao seu encontro para lhe ajudar como “samaritano”. Na manhã seguinte ao acidente, Ado estava caminhando e notou algo que parecia ser um túmulo recente. Ele percebeu um movimento no monte de areia e se aproximou para verificar o que era. Para sua surpresa, ele constatou que era uma pessoa. Imediatamente, ele pediu ajuda. A polícia militar retirou Ali da cova e o levou para o hospital. No início, os médicos pensaram que seria muito difícil que ele ainda estivesse vivo após 18 horas de sofrimento. Mas o testemunho de Ali faz os mais céticos refletirem. Após passar algum tempo no hospital, Ali se recuperou completamente. “Eu sou muito grato a Deus por salvar minha vida naquele buraco. É um milagre. Deus me resgatou de uma maneira muito especial. Para a Portas Abertas, que Deus lhes abençoe abundantemente por sua ajuda. Ele irá recompensá-los poderosamente. Agora eu creio que o poder da vida e da morte está nas mãos do Senhor. Toda graça pertence a Ele”.


Fonte: Portas Abertas

sábado, 26 de março de 2011

Déficit de atenção: afinal, quem tem este problema?

Hoje vamos falar sobre o déficit de atenção. Também conhecido como Transtorno do
Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), este problema afeta 3,5% dos
adultos entre 18 e 44 anos inseridos no mercado de trabalho, segundo a
Organização Mundial da Saúde (OMS).

Por provocar sintomas como desorganização e dificuldade de concentração, muitos
confundem TDAH com estresse diário. Porém, o déficit de atenção é causado por
uma disfunção genética neurológica no córtex pré-frontal. Quando o indivíduo
tenta se concentrar, o funcionamento do local diminui, ao invés de aumentar.

Sintomas comuns

De acordo com Antônio Geraldo da Silva, psiquiatra e presidente da Associação
Brasileira de Psiquiatria (ABP), “quando os sintomas começam a se manifestar
constantemente e afetar as relações pessoais e profissionais, é hora de procurar
ajuda médica".


Confira os principais indícios da doença:
• Perda habitual do foco de atenção em conversas pessoais ou de negócios;
• Distrações constantes que impedem que tarefas simples sejam concluídas
rapidamente;
• Desorganização. A pessoa está sempre perdida entre papéis acumulados;
• Dificuldade em manter projetos. O entusiasmo é maior no início, mas, passadas
algumas semanas, a dificuldade de organização dificulta os planos;
• Impulsividade, busca por conflitos e dificuldade de controlar emoções. Quem
sofre de TDAH busca, sem saber, estimular o córtex pré-frontal. Entrar em
hiperatividade, provocar confusão e concentrar as atenções em problemas são
formas de estimulá-lo.


Se você acredita ter déficit de atenção, fique atento, faça uma análise
criteriosa sobre si mesmo e, se julgar necessário, entre em contato com um
psiquiatra. Porém, lembre-se: reorganizar-se e controlar a ansiedade já pode ser
suficiente para você viver melhor.

quarta-feira, 16 de março de 2011

MUNDO MUÇULMANO -Conselho de Direitos Humanos da ONU faz sessão sobre minorias

Os países-membros do Conselho de Direitos Humanos estão reunidos hoje (15) em sua sede, em Genebra, para analisar a situação de minorias em várias partes do mundo. Num relatório, apresentado pela alta comissária do órgão, Navi Pillay, especialistas sugerem que a causa de muitos conflitos internos que acabam se transformando em guerras regionais e internacionais está na violação dos direitos de minorias. E cita a minoria cristã.
Um dos debates sobre o direito das minorias é a liberdade de culto. O órgão diz que a proteção da existência de fieis que pertencem a grupos religiosos minoritários se dá também através da preservação de sua herança cultural, como igrejas, mesquitas, sinagogas e outros templos. O documento também cita o direito, que cada cidadão tem, de utilizar sua língua materna.
O tema das minorias é um dos assuntos da sessão anual do Conselho de Direitos Humanos, que começou no fim de fevereiro, e já tratou de vários tópicos, como por exemplo, a tortura.

Declaração brasileira sobre liberdade religiosa

Semana passada a missão brasileira na ONU fez feira uma declaração enfática, condenando a intolerância religiosa no mundo.
A declaração oficial, lida na sessão principal do dia no Conselho de Direitos Humanos e obtida pelo site de VEJA, diz: “O Brasil deplora veementemente todas as ações de discriminação e incitação ao ódio religioso que vêm ocorrendo em várias partes do mundo. Muitas vidas inocentes foram perdidas por causa da intolerância e da ignorância”.
O documento afirma que o Brasil está preocupado com a situação dos seguidores de certas religiões que são alvos de discriminação em diversas partes do mundo, como as crenças de origem africana e a fé Bahai, um dos maiores grupos não muçulmanos, perseguido no Irã. “O Brasil reitera seu compromisso de assegurar uma sociedade plural, tolerante e livre. A liberdade de religião e de crenças é um direito fundamental garantido pela Constituição do país”.

Fonte de acréscimos: Veja